segunda-feira, 30 de julho de 2012

Ato em frente a obra da Leal Moreira marca dia de mobilização do PSTU em Belém e início da campanha da “HORA 16”.

Em todo o país, o PSTU foi às ruas nesta sexta feira em defesa do socialismo.

            Nesta sexta-feira (27), os operários da construção civil e a população que estavam passando pela frente da obra da Leal Moreira, residencial Icoara, localizado na travessa Enéas Pinheiro, próximo Av. Almirante Barroso, puderam conhecer as propostas e prestar seu apoio a candidatura do operário da construção civil Cleber Rabelo.
Diferente de outras candidaturas, nenhum militante pago para segurar bandeiras ou distribuir panfletos. Outra diferença é que as bandeiras do PSTU não são vistas só durante a eleição, mas nas lutas cotidianas dos trabalhadores. Este ato foi o primeiro de muitos que iremos realizar.  A meta da campanha da “HORA 16” é percorrer as principais obras  da cidade de Belém, mais de 300, nos horários da manhã, no almoço e principalmente as 16h, horário da saída dos trabalhadores.
Assim é a campanha do PSTU, trabalhadores e jovens que vão para as ruas por um ideal: a transformação radical da sociedade que elimine a exploração e a opressão. A frente da caminhada estava o candidato a vereador de Belém o operário, servente de ferreiro, Cleber Rabelo.
Durante as falas o candidato do PSTU destacou a necessidade de uma Belém para os trabalhadores. Chega de Belém para os ricos, donos das grandes construtoras e políticos corruptos. “É preciso eleger um peão da obra pra contrapor as lutas contra esses empresários que só pensam em se dar bem na vida, que não pensam no direito dos trabalhadores, não pensam nos direitos da classe mais sofrida que mora nos bairros e nas periferias que não tem asfalto, saneamento, saúde, que não tem creches públicas para que as esposas dos trabalhadores possam deixar seus filhos, trabalhar e ajudar na renda familiar.” afirmou Cleber Rabelo.

“A nossa campanha deve estar a serviço dos trabalhadores”

Belém: “A nossa campanha deve estar a serviço dos trabalhadores”, destaca Cléber Rabelo.
Durante a Plenária de Apoiadores da Campanha Edmilson para Prefeito de Belém, no dia 25 de julho, Cléber Rabelo, em seu discurso, destacou que, no canteiro de obra, o clima é de que é possível eleger um vereador da categoria e Edmilson ainda no 1º turno. "Este é o entendimento da nossa classe. Por isso, a nossa candidatura e este governo tem que ter um lado.Não dá pra governar pra todo mundo", afirmou Cléber. No seu discurso, o candidato do PSTU à Câmara Municipal de Belém reafirmou que campanha de Edmilson deve estar a serviço da luta e dos interesses dos trabalhadores e que, quando eleito, terá a obrigação de continuar do lado da classe trabalhadora. "Para fazer uma Belém melhor e melhorar a vida dos trabalhadores, é preciso enfrentar os ricos e poderosos". Ainda em sua fala, prestou solidariedade aos trabalhadores da GM de São José que ameaça demitir 1500 operários.

Confira do vídeo do discurso de Cleber Rabelo

domingo, 29 de julho de 2012



Fafá, liderança popular no Bairro da terra Firme declara seu apoio à cadidatura de Cleber Rabelo do PSTU, defendendo um operário e socialista para vereador da Câmara Municipal de Belém!


Agora vai! Dá-lhe Peão! É 16.123 nesta eleição!

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Feira do Benguí e passagens em obras de Belém

Hoje estivemos na passeata da frente, junto com Edmilson Rodrigues, na feira do Benguí, Depois passamos em um importante canteiro de obras da construção civil de Belém. É importante ver o apoio da categoria a nossa candidatura.





sexta-feira, 20 de julho de 2012

Plenária Eleitoral do PSTU ... Avançar na campanha e nas LUTAS!

  video


              Nesta Quinta-Feira, 19, aconteceu uma Plenária Eleitoral do PSTU que apresentou as candidaturas de Edmilson Rodrigues prefeito (Nº50) e Cleber Rabelo vereador (Nº16.123) à centenas de trabalhadores da cidade.
        Uma atividade empolgante com declarações de diversos lideres sindicais e populares: "Temos que encarar esta campanha como encaramos nossas lutas por salários: com garra e dedicação, gastando tempo, talento e dinheiro para garantir a eleição de Cleber e Edmilson. Nós, trabalhadores, estamos de um lado e os patrões e corruptos do outro". Afirmou Paulo Braga, trabalhador da ELETRONORTE e dirigente sindical da Oposição  Urbanitária - CSP Conlutas.

          Em suas falações, os candidatos Cleber e Edmilson, firmaram um importante compromisso: se eleitos, seus mandatos estarão a serviço das lutas e revindicações dos trabalhadores e não serão meios de corrupção e enriquecimento de bandidos. Cleber Rabelo deixou estampada a marca de seu programa:  A CONSTRUÇÃO DE CRECHES PÚBLICAS E O FIM DOS PRIVILÉGIOS DOS POLÍTICOS!  

              O público presente, em especial os operários da Construção Civil e os moradores da corajosa ocupação Carlos Lamarca contagiaram os presentes com sua disposição de luta! Também estiveram presentes lutadores de diversos setores da sociedade como a juventude estudantil e trabalhadora, trabalhadores urbanitários, bancários, servidores públicos federais em greve, estaduais, professores, intelectuais, representantes do assentamento "Martíres de Abril" de mosqueiro, e tantos outros que contribuíram para esta importante plenária.

                Ao final, todos os trabalhadores se unificaram um uma só voz:

"égua, pai d'egua, arreda que chegou, Edmilson prefeito e Cleber Vereador!".


Participe você também, e venha construir uma Belém para os trabalhadores!!!


confira abaixo as falações de apoio à candidatura de Cleber
Lider sindical da COHAB em Belém declara seu apoio à Cleber Rabelo


O Urbanitário Paulo Braga, um dos dirigentes da CSP Conlutas no Pará apoia Cleber Rabelo 16.123 para vereador e Edmilson Rodrigues Prefeito, MUDANÇA COM CERTEZA!


Profª da UFPA, Socorro Aguiar vota no operário, socialista e lutador: Cleber Rabelo Vereador!


Deuzinha, operária da Construção Civil e Coord. Geral do Sindicato da categoria em Belém apoia a candidatura do servente de ferreiro, Cleber Rabelo 16.123!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Cleber fala com os trabalhadores da Ilha do Mosqueiro


Maré Vermelha, invade as praias da Ilha de Mosqueiro


Nem mesmo o tempo nublado na manhã de domingo afastou os ativistas das praias da Ilha de Mosqueiro. O clima tranquilo era ideal para a diversão, banho, brincadeiras e até mesmo para uma conversa com os candidatos à vereadores e a prefeitura de Belém.
A “maré vermelha” tomou conta dos bares e do calçadão da orla do Chapéu Virado até o Farol. Com muito bate papo e bastante descontração, os candidatos da coligação Belém nas Mãos do Povo e da coligação Frente de Esquerda distribuíram seus panfletos e apresentaram suas propostas para o distrito, aos veraneios, moradores e trabalhadores.
A ilha do Mosqueiro é um distrito administrativo do município de Belém. Mosqueiro é uma ilha fluvial localizada na costa oriental do rio Pará, no braço sul do rio Amazonas, em frente à baía do Guajará. Possui uma área de aproximadamente 212 km² e está localizada a 70 km de distância do centro da capital Belém. Possui 17 km de praias de água doce com movimento de maré
Em janeiro de 1836, na Praia do Chapéu Virado, Cabanos com sangue Tupinambá nas veias, entrincheirados, comandados por Antonio José, Nicolau, Francisco Xavier e Auto Lourenço, resistiram e derramaram seu sangue contra as forças de repressão do Major Manoel Muniz, em defesa da liberdade dos paraenses, e contra o nepotismo implantado na Provincia. Para alguns historiadores a organização de heróico núcleo de resistência no Mosqueiro, proporcionou a mais violenta batalha da história da Cabanagem
Fundada em 1895, possui uma população de 28 mil habitantes, segundo dados do IBGE. Entretanto esses dados são contestados por moradores, que afirma que a ilha possui cerca de 50 mil moradores. A economia é baseada na venda do pescado e no turismo, que movimenta a ilha nos finais da semana e nas férias chegam a levar cerca de 300 mil visitantes.
Durante a caminhada o candidato do PSTU, Cleber Rabelo conversou com a população destacando a principais dificuldades enfrentadas na Ilha, tais como a dificuldade do moradores de Mosqueiro para se deslocarem dentro e fora da Ilha, ônibus sucateados, tarifa de ônibus alta, falta de saneamento, a coleta de lixo não é regular, chegando em algumas ruas do distrito, a permanecerem com o lixo na porta por cerca de três semanas. Na saúde a falta de médicos nos quatro postos de saúde existentes também é um problema grave. Moradores do Carananduba e do Aeroporto alegam que as unidades existentes nos dois bairros estão praticamente desativadas
Outro tema debatido com os moradores foi a falta de segurança. “Não nos sentimos seguros em Mosqueiro, principalmente dentro de casa, pois a qualquer momento poderemos sofrer invasão expondo nossas famílias a todo tipo de violência. Se sairmos a noite para ir a um restaurante, comer uma tapioquinha, sujeitamo-nos a ser surpreendidos logo ao abrir o portão ou já estarem nos esperando dentro de nossas residências.” Destacou o sr. Wilson, morador da região a mais de 25 anos.
Para o líder do PSTU, Cleber Rabelo, a falta de responsabilidade e de interesse público por parte dos vereadores e da prefeitura de Belém, não atende os anseios da população que fica refém de políticos corruptos. Cleber deu destaque para o ex-secretário de Saúde do Município de Belém, Sergio Pimentel (PSL), que teve sua candidatura á prefeitura impugnada pelo TCU e o MPF, por improbidade administrativa.
Cleber defendeu ainda uma política de defesa do Meio Ambiente, contra o novo Código Florestal. Na defesa dos oprimidos, Cleber defendeu a criação de políticas públicas efetivas para as mulheres, na defesa de seus direitos de trabalharem e sustentar suas famílias. A criação de creches públicas também foi um dos temas abordados em sua fala. (confira a fala do Cleber, durante o ato.)
            Ao final do ato, os militantes e simpatizantes do PSTU cantaram a palavra de ordem “Égua, pai D’Égua... arreda que chegô... Edmilson, prefeito.... Cleber, vereador” e seguiram para a Vila de Mosqueiro, aonde foi oferecido uma feijoada, na Barraca da Tchesca, por apoiadores da campanha.



Mãos ao alto, R$2,34 é um assalto!


Hoje é mais um dia de ataques do governo e dos patrões contra os trabalhadores, a juventude e os serviços públicos. R$ 2,34 é um verdadeiro assalto. 17% de reajuste contra 5,74% de inflação do período. Essa tarifa merece é redução e congelamento em função da péssima qualidade do serviço prestado pelos empresários. Enquanto o lucro for o objetivo da produção de riqueza e da prestação de serviços públicos, seguiremos vivendo sem dignidade e sem ter nossos direitos respeitados. Transporte é direito e não mercadoria!

http://www.diarioonline.com.br/noticia-211214-conselho-decide-hoje-se-aceita-tarifa-de-r$-234.html

Fafá manifesta seu apoio ao Cleber Rabelo 16.123



Líder comunitária do Bairro da Terra Firme, Fafá Aguiar manifesta seu apoio nas eleições 2012 – Cleber Rabelo (Vereador) 16.123  e Edmilson Rodrigues (Prefeito) 50
A líder comunitária do bairro da Terra Firme. Fafá manifestou seu apoio ao candidato do PSTU, Cleber Rabelo, para vereador e Edmilson Rodrigues para a prefeitura da Belém. Fafá que foi fundadora do PT em 1980, quando iniciou sua luta por terra e moradia para os trabalhadores mais explorados e desempregados, nunca se vendeu aos poderosos. Por isso, se dedicou à construção do PSTU. Firmeza ideológica, determinação na luta e solidariedade de classe são algumas marcas dessa lutadora socialista e revolucionária.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

TERRA FIRME: UM TERRITÓRIO DE EXCLUSÃO E DE VIDA

    Neste ultimo Sábado, dia 16/07, foi a vez do bairro da Terra Firme receber a vista da Frente Belém nas Mãos do Povo (PSOL, PSTU e PCdoB) e da Frente de Esquerda (PSTU e PSOL). Com receio e esperança os moradores e trabalhadores receberam os candidatos a prefeito e vice-prefeito e os candidatos a vereadores da frente. Abandonados pela administração municipal os moradores conversaram com os candidatos, em busca de soluções para os diversos problemas que o bairro tem que enfrentar no dia a dia.

   Um dos bairros mais populosos da capital, o Montese, mais conhecido como Terra Firme, ganhou esse apelido por ser formado por terras firmes e altas próximas à áreas alagadas pelo rio Tucunduba no limite dos bairros de Canudos e Guamá. Concentrador de boa parte da população de baixa renda da Zona Central, o bairro enfrenta problemas sérios como falta saneamento básico e a violência.
   O bairro da Terra Firme surgiu na década de 50 como consequência de uma expansão populacional, não acompanhada de planejamento urbano. Boa parte da população da área é composta por migrantes internos ou do Nordeste, em particular do Maranhão. Com a valorização da área central da cidade, boa parte da população pobre de Belém se deslocou para as áreas de baixada, que eram vistas como espaço de ocupação provisória. Hoje, a Terra Firme tem mais de 60 mil habitantes e se encontra com outro bairro ainda mais populoso, o Guamá, com mais de 100 mil moradores, onde proliferam as áreas carentes de infraestrutura e de serviços públicos, situação propícia para que se revelem a pobreza e a miséria. Cria-se, então, um locus estratégico para a manifestação do tráfico e, assim, da violência.
   No bairro aonde também se encontram instalada, áreas da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e do Museu Paraense Emílio Goeldi, os serviços públicos são elementares ou inexistem ou são precários: saneamento (drenagem e tratamento dos esgotos domiciliares, industriais e comerciais), fornecimento de água, coleta e tratamento de lixo. O mesmo canal que aproxima os produtores de hortifrutigranjeiros do arquipélago de Marajó, e outras regiões, é o mesmo possibilita o tráfico de drogas. Baixo nível de escolaridade, desemprego, subemprego e violência conformam a aquarela da pobreza. A renda familiar no bairro da Terra Firme oscila entre meio a dois salários mínimos. A informalidade absorve a maior parte da força de trabalho.
   De acordo com dados da Comissão de Justiça e Paz do bairro da Terra Firme, em Belém, situação de “abandono” na unidade de saúde da comunidade está insuportável. Segundo o movimento, a unidade atende hoje mais de 80 mil usuários e a falta remédios, vacinas, material para curativos e médicos suficientes para fazer o atendimento são problemas comuns enfrentados pelos moradores.

UMA POLÍTICA DE CRIMINALIZAÇÃO DOS POVOS

   Por conta da disputa entre grupos de traficantes a Polícia Militar do Estado afirma que há uma rivalidade constante entre bandidos, em especial traficantes, que buscam o domínio de área de comercialização de entorpecentes. Para conter essa violência, o governo do Estado implantou a 1ª UIPP(Unidade Integrada Pró-Paz) projeto semelhante as UPP’s do Rio de Janeiro.
   Com a implantação da base comunitária no bairro os índices de violência sofreram uma queda, em virtude da prisão dos principais traficantes que atuavam no bairro, entretanto houve um aumento considerável das queixas de abuso de poder, tortura, extorsão e até axecução. A falta de preparo por parte de políciais e guardas municipais e a política de criminalização dos movimentos fazem parte do governo de Duciomar (Prefeito, PTB) e Jatene (Governador, PSDB).
“Policiais torturaram o meu filho, porque ele estava de boné. Acharam que ele era bandido. Nós pedimos mais respeito para as famílias da Terra Firme, porque sofremos muita discriminação”, relatou a mãe de um jovem de 12 anos.
   A líder comunitária do bairro, Fafá Aguiar, falou da violência que, para ela, é resultado da ausência do Estado e do Município. “O problema é que se investe em polícia e isso não vai resolver. Tem que investir em educação, saúde e cultura para poder mudar essa realidade”.
Muito mais do que um lugar onde mora gente pobre, gente que rouba, gente que mata, o bairro da Terra Firme é um lugar onde mora gente, com a mesma dor e a mesma delícia de serem o que são, como qualquer pessoa.

TERRA FIRME PARA OS TRABALHADORES!
   O candidato a vereador pelo PSTU, Cleber Rabelo, esteve presente também pela caminhada que percorreu a feira do bairro. Cleber conversou com feirantes e moradores apresentando suas propostas e colocando seu mandato a serviço das lutas e reivindicações dos moradores.
   Para Cleber, somente uma campanha limpa, construída pelos trabalhadores, sem o dinheiro dos patrões e empresários estará a serviço da população. Ele que também é trabalhador, operário da construção civil, conhece as mazelas sofridas pela população pobre. “Somente com comitês populares de bairro, com a população decidindo aonde irão ser aplicados os recursos, quando e como, conseguiremos atender os interesses na população”, destaca o líder do partido, que defende que 100% do orçamento municipal seja discutido e decidido em assembleia pelos usuários.

ACABAR COM FARRA E MORDOMIA COM DINHEIRO PÚBLICO
   Cleber também destaca que há um ressentimento grande da população com os políticos. Muitos deles aparecem somente em época de eleição, aperta a mão dos moradores, pedindo voto e quando eleitos sequer voltam pra agradecer, muito menos pra discutir com a população os problemas a serem enfrentado.
   Ele destaca que seu mandato será diferente, com bem menos recursos para sua campanha, diferentemente dos políticos tradicionais, ele já está costumado a fazer caminhadas e reuniões com lideranças do bairro durante os meses do ano, e não somente em época de eleição. Outro fator que ocasiona esse afastamento dos eleitos da população e que Cleber quer acabar, são os privilégios concedidos aos vereadores que recebem uma verba de gabinete para o pagamento dos salários de seus assessores diretos, além de verba indenizatória, auxílio paletó, auxílio alimentação, auxílio gasolina, uma cota mensal de selos e ainda toda a sorte de suprimento para o gabinete.
   Cada vereador, além do salário, do gabinete, telefone, xerox e outras cotas mais, recebe uma verba indenizatória de R$ 8.250,00 por mês. Pagando tudo isso, os salários dos servidores, manutenção do cafezinho, do papel, do computador, a Câmara gasta por ano em média de R$ 36 milhões. Nos quatro anos de mandato, tempo de uma legislatura, o povo paga para que a Câmara funcione R$ 144 milhões. Cada vereador custa para o povo de Belém R$ 4,3 milhões ou R$ 1,08 milhão por ano. Este valor é equivalente a 6.271 bolsas família no valor máximo de R$ 172,00. Todo esse dinheiro pra quê? Pense antes de votar

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Caminhada no Complexo do Ver-o-Peso, constata real abandono pela gestão de Duciomar, mas apresenta alternativa de luta aos trabalhadores do complexo da maior feira de Belém.

Na manhã desta ultima quarta-feira (11/07/2012), foi a vez dos trabalhadores e trabalhadoras do mercado do Ver-o-Peso, receberem a visita dos candidatos e candidatas da coligação proporcional Frente de Esquerda (PSOL e PSTU), e dos candidatos a prefeito e vice-prefeito, Edmilson Rodrigues e Jorge Panzera, respectivamente, da coligação Belém nas mãos do povo (PSOL, PCdoB e PSTU).
Cerca de 400 pessoas, entre candidatos e simpatizantes, fizeram uma caminhada por entre as barracas e conversaram com feirantes e fregueses que estavam presente neste dia. O PSTU esteve presente na caminhada, escutando as reivindicações e reclamações das pessoas e apresentando seu candidato a vereador, o operário, Cleber Rabelo e alternativas para solução dos diversos questionamentos. Foram vendidos também os jornais do partido e feito o cadastro de algumas dezenas de apoiadores da campanha que estarão junto com Cleber cobrando da prefeitura melhorias nas condições de trabalho.  
          O mercado do Ver-o-Peso foi construído em 1625 no porto do Pirí, assim chamado na época, diretamente às margens da baía do Guajará. É considerada a maior feira ao ar livre da América Latina e abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. No final do século XIX e XX, o local que temos hoje por Complexo sofreu uma série de modificações tanto funcionais quanto em sua paisagem se adaptando às necessidades e gostos da Belle Époque. Foi nessa época que houve aterramento da Baía do Guajará, amplicação do Mercado de Carne, construção do porto e o Mercado de Ferro.
Atualmente o mercado encontra-se abandonado pela administração municipal chapas de metal e esquadrias apodrecidas pela ferrugem. O telhado do Mercado, sem reparos desde a reforma concluída em 2003, não protege o prédio histórico da água da chuva. Vazamentos e goteiras comprometeram as instalações elétricas. A coleta do lixo precária deixa detritos espalhados sob as barracas do mais célebre mercado da região amazônica. A falta de cuidado está por todo o lado. A placa da inauguração foi partida ao meio. Não é possível mais ler a data em que foi concluída a obra, iniciada em 1625.
Com enorme importância pra economia, não só da nossa capital como também para todo o Estado do Pará, o complexo precisa ser urgentemente reparado. Segundo o DIEESE/PA 80 a 100 toneladas de pescado são comercializadas diariamente na área do mercado, seja para o consumidor final ou para supermercados e até exportados para outros estados. Nos quase 30 mil metros quadrados de feira, são comercializados também frutas regionais, legumes, verduras e o famoso açaí. A farinha de mandioca se destaca na feira, com quase 30 vendedores comercializando, por dia, entre quatro e cinco mil quilos do alimento, em uma média mensal de 140 mil quilos. No total, 12 atividades são exercidas no local, espalhadas pelos Mercados de Carne e Peixe, Feira da Alimentação e Feira do Açaí.
Representando a direção estadual do PSTU e a coordenação da candidatura do Cleber, o também operário da construção civil, Ailson Cunha, ressaltou a importância histórica do complexo e a importância para os trabalhadores e trabalhadoras, que retiram dali o sustento de suas famílias. Ailson também reafirmou a necessidade da reestruturação de todo o complexo. Colocando a categoria dos trabalhadores da construção civil a serviço da candidatura de Edmilson, o operário relembrou a necessidade de se governar Belém para os trabalhadores, sem os patrões, e grandes empresários (empreiteiras, banqueiros e etc.). “Somente com a organização e mobilização do povo, solucionaremos os problemas da população mais humilde.”
O PSTU defende a reestruturação de todo o complexo, a regularização de todos os ambulantes que trabalham naquela região. Como forma de solucionar o problema das comidas expostas por horas ao ar livre, o partido defende que a prefeitura possa oferecer cursos capacitação de manipulação de alimentos, reaproveitamento de alimentos, reciclagem de materiais, etc.. Além de um curso de sustentabilidade pago também pela prefeitura. Contratação de mais garis para manter a limpeza do mercado. Gerando mais emprego e renda para população de Belém.       

Caminhada na ilha do Outeiro dá a largada à campanha eleitoral do PSTU em Belém

   No domingo, 08 de julho, cerca de 300 pessoas participaram da caminhada no Outeiro que marcou o início da campanha eleitoral da frente constituída pelo PSOL-PSTU-PCdoB, encabeçada pelo candidato Edmilson Rodrigues (PSOL) à prefeito de Belém e que tem Cléber Rabelo (PSTU) como um dos principais candidatos a vereador da chapa proporcional da frente PSOL-PSTU. 
  O povo trabalhador de Outeiro recebeu com muita empolgação as candidaturas da frente que são um contraponto à direita e ao PT. Estes se revezam no poder, prometem muito no período de campanha, mas governam para os ricos e empresários contra os trabalhadores. 
  Leonardo Linhares, representando o PSTU e a coordenação de campanha da candidatura de Cléber Rabelo, que não estava na cidade no dia, falou em nome do partido e saudou os trabalhadores de Outeiro. O representante do PSTU denunciou o abandono da ilha por parte dos governantes e defendeu que Edmilson governe para os trabalhadores a partir da criação de conselhos populares que decidam sobre 100% do orçamento municipal. 

“Nós do PSTU estamos com os trabalhadores do Outeiro em sua luta por investimento em saneamento básico, por saúde e educação pública de qualidade e contra os ataques da prefeitura que reprime os ambulantes. Nosso candidato operário e socialista está a serviço do povo trabalhador do Outeiro para denunciar que nossa ilha não precisa do Alphaville, mas sim de emprego e de serviços públicos de qualidade. Estamos contigo Edmilson para defender que os trabalhadores governem, para que 100% do orçamento sejam discutidos e decididos pelo povo trabalhador através de conselhos populares. Só com um governo sem patrões é que será possível mudar de fato a vida da população pobre”, destacou Leonardo.

domingo, 8 de julho de 2012

Jornal do Brasil - Eleições 2012 - Propaganda eleitoral está liberada a partir de hoje


Propaganda eleitoral está liberada a partir de hoje 

Agência Brasil (05/07/12)
Brasília - A propaganda eleitoral dos candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador nas eleições de outubro está permitida a partir de hoje (5). Os comícios podem ser feitos das 8h às 24h. Os partidos políticos e as coligações podem usar, ente as 8h e as 22h, alto-falantes e amplificadores de som nas sedes ou em veículos. De acordo com a Lei das Eleições, está liberada também a propaganda eleitoral na internet, mas está proibida a veiculação de qualquer tipo de propaganda paga.
Essa propaganda é permitida nos sites do candidato, do partido ou coligação, com endereços eletrônicos informados à Justiça Eleitoral e hospedados em provedor no Brasil. Podem ser usados ainda blogs, redes sociais e sites de mensagens instantâneas.
A propaganda eleitoral no rádio e na televisão, no entanto, só começa dia 21 de agosto e vai até o dia 4 de outubro, três dias antes do primeiro turno de votações. Nas localidades em que houver segundo turno, o dia será 28 de outubro.
A partir de amanhã (7), estará proibida a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos. A partir dessa data também é proibido que candidatos compareçam a inaugurações de obras públicas.
Dia 18 de Julho termina o prazo para que candidatos, partidos políticos, coligações e o Ministério Público Eleitoral impugnem candidaturas, conforme determina a Lei Complementar nº 64/1.990.
Os eleitores fora do domicílio eleitoral têm até o dia 8 de agosto para requerer a segunda via do título de eleitor.

Jornal do Brasil - Eleições 2012 - Propaganda eleitoral está liberada a partir de hoje