sexta-feira, 31 de agosto de 2012

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Trabalhadores da construção civil marcam greve para 03.09


     Os trabalhadores pedem um reajuste geral de 16% e aumentos específicos nos pisos salariais da categoria. Para os Profissionais, que hoje ganham R$ 900,00, a entidade reivindica um novo piso no valor de R$ 1.120,00, para os ajudantes a proposta é que sejam elevados dos atuais R$ 650,00 para R$ 780,00, por exemplo. O direito a cesta básica é outro ponto decisivo nesse impasse, assim como o direito à eleição de delegados sindicais de base e uma pauta específica pras mulheres da Construção Civil que, entre outras reivindicações exigem qualificação e classificação profissional para as mesmas. “em Belém a mulher entra servente e morre servente na obra, chega!” Indigna-se Deuzinha, Coordenadora geral do sindicato.
      A proposta dos patrões que até agora insistem um reajuste de apenas 5%, propõe a retirada de uma cláusula que obriga os empresários a pagar o valor do “Beneficio previdenciário” em caso de atraso por parte do INSS e ainda tenta impor restrições duríssimas ao acesso do sindicato aos canteiros de obra.
        “Não é possível sair dessa campanha sem que passemos a ter o direito a cesta básica, coisa que já existe na maioria das capitais brasileiras; Também não podemos continuar no atraso no que se refere a pauta das companheiras mulheres, essa situação é uma vergonha inclusive para Belém", opina Cleber Rabelo, candidato a vereador e diretor licenciado do sindicato.
A próxima assembleia do sindicato será na próxima quinta-feira, dia 3 de setembro e decidirá sobre a greve.
5 mil operários ocupam as ruas de Belém
     Na última quinta-feira dia 23 de agosto, ocorreu uma assembleia da campanha salarial dos os trabalhadores da C. Civil de Belém, quando cerca de 5 mil operários e operárias tomaram as ruas de Belém. A passeata começou em frente a sede do sindicato, na Tv. 9 de janeiro, e seguiu até a sede do SINDUSCON-PA (sindicato dos empresários) lá eles realizaram uma assembleia e votaram o indicativo de greve da categoria com previsão de início no próximo dia 4 de setembro.
     Os operários e operárias em marcha pelo salário, manifestaram  o desejo de ver Cléber Rabelo vereador, espontaneamente cantavam “1, 2, 3... 4, 5 mil, vereador de luta é da construção civil”. O grito permeado de um misto de indignação e disposição de luta fazia referência a um rechaço às candidaturas dos patrões e ao apoio a eleição, pela primeira vez na história, de um operário da construção civil para a Câmara dos vereadores.
    Cleber Rabelo, diretor licenciado do sindicato, falou aos presentes, apoiando a luta da categoria e a necessidade de fortalecer a luta dos trabalhadores para conquistar os direitos dos operários da construção civil.
Fortalecendo uma alternativa de luta
    Para o PSTU a presença nas atividades da classe trabalhadora representa o papel que o partido cumpre na luta de classes, de se colocar incondicionalmente ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras. Mais que uma obrigação é um compromisso com as lutas pela construção de um mundo melhor, socialista.
    É por isso que os militantes do PSTU estiveram presentes para apoiar os trabalhadores e cresce a cada dia, somente durante a atividade, 96 pessoas se filiaram ao partido e 201 preencheram cadastros para apoiar a candidatura de Cléber Rabelo.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Justiça desrespeita constituição e libera a retomada de Belo Monte.


A Advocacia Geral da União pediu e o Supremo Tribunal Federal aceitou o pedido para que as obras da UHE de Belo Monte fossem retomadas. A decisão foi divulgada ontem, 27, ao mesmo tempo em que lideranças indígenas e movimentos contrários à obra se manifestavam em frente ao Tribunal pedindo para que o presidente do STF, Carlos Ayres Brito, pensasse nos índios e demais moradores da Volta Grande do Xingu. Eles faziam coro com a solicitação do Ministério Público Federal do Pará de que houvesse as oitivas com a população e que a Norte Energia cumprisse as condicionantes já estabelecidas.
Ataques do governo - Segundo a AGU, a decisão evita a “ocorrência de dano vultoso e irreparável ao patrimônio público, à ordem administrativa, à ordem econômica e à política energética brasileira”, ou seja, deixa claro que só estão preocupados com os lucros das grandes empreiteiras envolvidas e não falam, em nenhum momento, dos danos irreparáveis que a obra trás para as comunidades e meio ambiente.
Ao mesmo tempo em que solicita a liberação das obras de Belo Monte, a AGU também aprova um grande ataque às terras indígenas brasileiras. É a Portaria 303 que determina, entre outras medidas, que as terras indígenas podem ser ocupadas por empreendimentos hidrelétricos e minerais de cunho estratégico sem consulta aos povos. Para o Movimento Xingu Vivo, do qual o PSTU faz parte: “A AGU desconstrói o direito constitucional indígena de usufruto exclusivo da terra de ocupação tradicional e de consulta prévia e informada”.
Pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho e pela Constituição Brasileira, os índios têm o direito de exercer a participação democrática e decidir previamente sobre seu destino e o das futuras gerações e o PSTU defende esse direito que é constantemente atacado pelos grandes empreiteiros. Estes conseguem tudo o que querem com o governo do Partido dos Trabalhadores (PT), já que eles foram os principais patrocinadores da campanha de Lula e Dilma.
É por isso que em nossas campanhas não aceitamos financiamento de empresas, defendemos os direitos dos trabalhadores, povos indígenas e da juventude e chamamos a sociedade a se mobilizar contra essas ações da justiça obediente ao grande capital. Vamos nos unir e continuar dizendo #PareBeloMonte. 

Iniciativa dos operários da Construção Civil aquece a campanha de Cleber Rabelo esse fim de semana


Esse fim de semana duas iniciativas de operários da Construção Civil deu um novo ânimo a Campanha de Cleber Rabelo. Sábado pela manhã foi realizada uma caminhada no Conjunto Almir Gabriel, que no período de sua ocupação se chamava Che Guevara, nome apropriado para as pessoas que lutaram e conquistaram esse espaço para morar.
Muitos operários da construção civil que votam em Belém moram nesse bairro que pertence ao município de Ananindeua. Foi feita uma caminhada pelas ruas e visita na casa de muitos operários, após a caminhada foi feita uma reunião na casa da companheira Deuzinha, Coordenadora Geral do Sindicato da Construção Civil em Belém e militante do PSTU. Militantes, vizinhos e apoiadores da campanha discutiram as propostas do candidato Cleber Rabelo. 



Outra atividade importante foi uma atividade organizada por um operário da construção civil, morador do Pantanal, bairro do Benguí. “Tavares” organizou uma reunião no sábado à noite com aproximadamente 100 pessoas para discutir a candidatura de Cleber Rabelo. Na ocasião destacou a importância de se eleger um trabalhador que cotidianamente está nas lutas da cidade de Belém. No domingo a tarde outra reunião foi realizada em sua casa e que contou com a presença de aproximadamente 40 pessoas.

 


CONTRA O CANDIDATO DO PATRÃO, VOTE NO CANDIDATO DO PEÃO!!!!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Plenária de Apoiadores da Campanha de Cleber Rabelo no dia 31/08 não perca!


Programa Eleitoral Cleber Rabelo 25/08/12

Declaração do PSTU acerca do apoio de Marina Silva à Candidatura de Edmilson Rodrigues


Hoje, dia 27/08, a ex-ministra do meio-ambiente e ex-candidata à presidência da república pelo PV, Marina Silva, estará em Belém para participar de um congresso e possivelmente declarará apoio à candidatura de Edmilson Rodrigues (PSOL), que concorre à prefeitura de Belém, na frente “Belém nas mãos do povo” composta pelo PSTU, PSOL e PCdoB. 

Marina é vista como uma defensora do meio ambiente por sua história junto aos movimentos populares, mas hoje não expressa mais os interesses da classe a qual pertenceu. Quando era ministra do governo federal se consumaram alguns dos maiores ataques da história brasileira ao meio ambiente. Enquanto os movimentos sociais apoiavam o D. Luiz Cappio, durante sua greve de fome contra as obras de transposição do rio S. Francisco, Marina Silva apoiou a transposição, dizendo que era "uma decisão absolutamente técnica". Também foi no seu mandato que se deu a liberação dos transgênicos e a licença para a construção da Usina de Belo Monte.

Concordamos com o companheiro Osmarino Amâncio, líder histórico dos seringueiros da Amazônia, quando ele fala: "A ministra Marina Silva garantiu a parte jurídica para a destruição da Amazônia. Ela aceitou o transgênico, que é totalmente inaceitável na Europa. Ela ajudou a implantação do Projeto Gestão de Florestas Públicas (dispõe sobre a concessão e gestão de florestas públicas para produção sustentável) que, na verdade, trata-se da mercantilização da Amazônia. Ela dá por 40 anos, prorrogáveis por mais 30, portanto, um total de 70 anos, de concessão às multinacionais e ao agronegócio para que explorem a Amazônia. A ex-ministra Marina Silva privatizou 5% de rios, lagos e mares para o agronegócio. Ela criou o selo FSC (Conselho Brasileiro de Manejo Florestal – a certificação é um processo voluntário em que é realizada uma avaliação de um empreendimento florestal, por uma organização independente, a certificadora, e verificado os cumprimentos de questões ambientais, econômicas e sociais), atendendo a interesses de várias organizações não-governamentais (ong’s), mas tudo isso não passa de “lavagem”  (tornar legal) de madeira retirada ilegalmente. Ela nunca discutiu nada disso com os povos da Amazônia.  A Marina Silva tem uma história muito bonita como seringueira, como militante social e como senadora, mas como ministra foi uma verdadeira decepção. Ela diz que a história irá mostrar… a história não irá mostrar: já está mostrando!" (entrevista de Osmarino no Jornal do Sindicato dos Químicos Unificado de SP)

Quando foi candidata à presidente da república, em 2010, seu vice foi o empresário Guilherme Leal, presidente da Natura, aliado muito diferente daqueles de outros momentos, tais como Chico Mendes e o inúmeros trabalhadores rurais que se enfrentaram com o poder dos grandes capitalistas extrativistas. Infelizmente, Marina tem demonstrado mais compromisso com os grandes empresários do que com o meio-ambiente

É preciso que o espaço e a confiança que a classe deposita na frente “Belém nas mãos do povo” seja concretizada em um programa que defenda o meio-ambiente, que se posicione contra o código florestal, aprovado recentemente pelo governo Dilma e, principalmente, que rompa com a burguesia e seus interesses.

É por isso que nós do PSTU, como parte da coligação, não apoiamos Marina e não aceitamos incorporá-la na frente eleitoral de Belém. Defendemos que a aliança seja com a classe trabalhadora e com o povo pobre de nossa cidade, sem a influência da burguesia e de sua “sombra”

Estamos ao lado dos trabalhadores rurais, dos movimentos que resistem à implantação de Belo Monte,  entre eles, o movimento Xingú Vivo, somos contrários à criminalização dos que lutam pela terra e pelo meio-ambiente. O apoio desses lutadores, comprometidos com a classe, é muito mais importante e valioso que o apoio de Marina Silva. É o apoio deles que a frente deve buscar, é para eles que a frente deve governar!

Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
Belém, 27 de agosto de 2012.

domingo, 26 de agosto de 2012

CLEBER RABELO PARTICIPA DA CARREATA DA ALEGRIA!

       Nesse domingo pela manhã, os apoiadores da campanha de Cleber Rabelo (vereador) e Edmilson Rodrigues (prefeito) ganharam as ruas de Belém. Por onde passou a carreata levou alegria, e recebeu o apoio de varias famílias que estavam na frente de suas casas.








        Pelas ruas de Belém, o candidato do PSTU convidou as pessoas a votarem em um trabalhador da construção civil e a apoiarem a candidatura de Edmilson Rodrigues. Aproveitou ainda a oportunidade para apresentar suas proposta a todos que se encontravam no trajeto. O percurso da carreata foi da Av. João Paulo II até o distrito de Icoaraci com cerca de mil carros e motos que acompanharam e festejaram o 1ª lugar absoluto nas pesquisas da candidatura para prefeito de Edmilson e a forte campanha de Cleber Rabelo.



        

SEXTA SOCIALISTA DO PSTU DISCUTE PROGRAMA HABITACIONAL PARA BELEM

            Na noite desta sexta-feira (24), o PSTU realizou mais uma edição da Sexta Socialista, dessa vez no auditório da Associação Paraense de Pessoas com Deficiência – APPD. O plenário lotado ficou atento para a discussão do problema da falta de moradia em Belém.



O candidato a vereador pelo PSTU, Cleber Rabelo, iniciou falando do principal entrave para vida de trabalhadores e trabalhadoras que ainda não possuem casa própria e vivem de aluguel: a especulação imobiliária. Cleber analisa que o problema da falta de moradia e do aumento do custo dos alugueis é um problema de todo o Brasil, e que traz graves consequências para a população. Atualmente existem cerca de 6 milhões de pessoas sem teto ou morando em barracos embaixo de pontes ou em locais totalmente insalubres. Cerca de 2 milhões de pessoas sofrem anualmente com os reajustes dos alugueis e pagam mensalidades acima de sua capacidade financeira. “em contrapartida um dos maiores absurdos do Brasil capitalista é que em 2008, o IBGE sinalizou que existem cerca de 7,2 milhões de imóveis desocupados utilizados pelas grandes corretoras e construtoras de imóveis para especulação imobiliária”, denunciou Cleber Rabelo.

Cleber ainda falou do Programa Federal “Minha Casa Minha Vida” criado pelo governo Lula. O programa prevê financiamento de imóveis novos para famílias que ganham acima de 3 salários mínimos, excluindo grande parte da população mais carente que vivem em áreas de ocupação e  em bairros periféricos, ganhando menos de três salários mínimos. “o programa não foi criado para atender de fato a população que precisa de subsidio para aquisição de um imóvel. Foi criado para adaptação do repasse de dinheiro para construtoras e empreiteiras, que colocam apartamentos em preços exorbitantes de 90, 100, 120 mil reais, e o governo dá de 17 a 23 mil reais de incentivo, e o trabalhador ou trabalhadora ainda tem que pagar 70, 80 mil reais pra morar em quem lucra com isso são as construtoras”.

Com investimentos de 6% do PIB em 10 anos apenas seria possível acabar com o déficit habitacional em todo o Brasil, valor bem inferior ao que é repassado aos banqueiros para pagamento de juros da dívida, atualmente cerca de 23% do PIB.

UMA ALTERNATIVA DE ESQUERDA PARA A QUESTÃO DA MORADIA EM BELÉM

Belém tem um problema estrutural e histórico de ausência de política habitacional. Mais da metade dos domicílios (51%) estão situados em locais precários, o que abrange 650 mil pessoas, destas, pelo menos 65 mil famílias moram em habitações com excesso de gente e/ou terrenos não regularizados.

“O déficit habitacional em Belém é de 73.977 unidades habitacionais, o que demandaria 1,9 bilhões de reais para resolver o problema. Pra fazer uma reforminha no Mangueirão, pra receber Brasil e Argentina, Jatene gastou 2 milhões de reais. Então não é que não tem dinheiro, o problema tá na prioridade com que é gasto o dinheiro público” afirma Cleber Rabelo.

A proposta do PSTU é a regularização das áreas de ocupação, investimentos da ordem de 6% do PIB nacional para moradia, construção de um fundo para construção de moradias populares com aumento de IPTU para grandes empreendimentos. Cleber ainda apresentou como proposta, a criação de uma empresa habitacional do município. “Chega de repassar dinheiro público para empresas privadas!”

FORTALECENDO UMA ALTERNATIVA DE LUTA
            A atividade teve a participação de cerca de 100 pessoas, e teve 15 filiações. Logo a após a atividade os convidados compareceram a sede do partido para uma roda de samba em homenagem aos 70 anos in memoriam de Clara Nunes. Neste dia também foi feita uma homenagem pelo grupo de negros e negras do PSTU, ao Orixá Exú, figura mais controvertida dos cultos afro-brasileiros e também a mais conhecida.






PSTU faz campanha nas obras de Belém



 Na ultima quarta feira 22 de agosto, Cléber Rabelo cumpriu seu já tradicional calendário de passagens em obras para apresentar sua candidatura como alternativa aos operários da construção civil, pela manhã, as 06h, visitou uma obra com cerca de 200 operários e às 12h a visita foi numa obra com cerca de 300 operários.
  Durante sua conversa com os trabalhadores ressaltou a importância de ter alguém da categoria na Câmara Municipal de Belém, pois enquanto a categoria faz greves para conseguir um aumento mínimo em seu salário os vereadores decidem aumentar a passagem de ônibus e o estado autoriza o aumento da tarifa de energia, tirando todo o aumento que os operários haviam conseguido.
Ao final do dia 143 operários haviam preenchido o cadastro de apoiadores se colocando a disposição da campanha do Cleber Rabelo 16.123 








sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Programa Eleitoral

Amanha vai ao ar o novo programa de Cleber Rabelo, operário e socialista.
Confira aqui o programa de estréia do dia 21/08/12

HOJE TEM PLENÁRIA DE APOIADORES!!!



Hoje, Cléber apresentará o programa para moradia às 18h, numa plenária com os apoiadores que ocorrerá na ASSOCIAÇÃO PARAENSE DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (APPD) Passagem Alberto Engelhard (Vila Teta), 213. São Brás. 

Depois, às 20h, o candidato estará na sede do PSTU, numa Roda de samba  em homenagem ao dia de Exú e aos 70 anos de Clara Nunes, que o grupo contra as opressões do  partido está promovendo

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Nas obras, ruas e feiras... Agora vai, dá-lhe peão, é 16.123 na eleição


Cléber Rabelo iniciou esta terça-feira com a já tradicional “passada em obra” às 6 horas da manhã para levar sua candidatura aos operários da construção civil. Em sua fala aos trabalhadores ressaltou a importância de se ter pela primeira na história um representante dos operários da construção civil na Câmara Municipal de Belém. Na oportunidade os operários preencheram os cadastros de apoiadores e o candidato seguiu para o bairro do Jurunas onde realizou uma caminhada na feira e nas ruas do bairro conversando com os moradores.

Os jurunenses escutaram as propostas de Cléber Rabelo que lhes explicou a importância de se ter uma candidatura que esteja de fato ao lado dos trabalhadores. Debateu ainda com estes, a situação em que vive a população da cidade de Belém, sem saneamento básico, sem educação de qualidade, e como os postos de saúde estão sucateados, “pois quando se tem o posto, não tem médico. Quando tem médico faltam medicamentos, e assim, os trabalhadores vão vivendo numa situação de caos total”. Feirantes, “donas de casa”, seguranças, estudantes, funcionários públicos, operários e professores que moram no bairro abraçaram a campanha desses operário, servente de ferreiro. Estes preencheram o cadastro de apoiadores e pediram que cartazes de Cléber Rabelo fossem colocados em suas casas.


Meio-dia realizou-se outra “passada em obra”, momento em que o candidato conversou com os operários sobre a importância de sua candidatura e do desafio que é para um trabalhador fazer parte do pleito eleitoral. Falou ainda que a sua candidatura e a de Edmilson Rodrigues deve estar a serviço dos trabalhadores, lado a lado com estes em suas lutas. “Hoje temos a oportunidade de eleger um peão da construção civil, que sairá dos canteiros de obra para a câmara municipal de Belém”.

Dando prosseguimento as atividades de campanha, realizou-se ainda a “Hora 16”. Militantes do PSTU juntamente com o candidato realizaram uma panfletagem no final de expediente de um canteiro de obras. Foi realizado um pequeno ato de apoio e declaração de votos a candidatura do 16123. Josyanne Quemel da ASFUNPAPA, Abel Ribeiro professor da rede estadual, Karina Azevedo Coordenadora Geral do DCE da UFPA e representante da executiva estadual da ANEL, e Bianca Holanda da Secretaria de Mulheres do PSTU, falaram da realidade de suas respectivas categorias e da importância de eleger um representante da classe trabalhadora nessas eleições. De se ter um vereador socialista e comprometido com as lutas de seu tempo.




Finalmente, as atividades terminaram com o comício da frente “Belém nas mãos do povo” na Cremação e que contou com a presença dos ativistas e moradores do bairro. Leonardo Linhares, da oposição bancária, falou pelo PSTU destacando a necessidade do futuro prefeito Edmilson Rodrigues ter um plano de moradia para os trabalhadores, citando como exemplo, os operários da construção civil que constroem os prédios luxuosos dessa cidade, mas não tem casa própria. Chamou ainda atenção para a solidariedade que as candidaturas da frente devem ter com a luta do movimento popular por moradia, principalmente em suas lutas pela ocupação de terras improdutivas. Concluiu falando que é preciso eleger Edmilson Rodrigues no primeiro turno, e de se eleger um peão da construção civil para vereador da cidade de Belém, por esta candidatura estar a serviço das lutas dos trabalhadores. “Queremos Belém nas mãos dos trabalhadores!”.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Pintar as ruas, casas e rostos de vermelho... está chegando a hora do povo eleger um socialista e revolucionário para câmara dos vereadores! É Cleber Rabelo 16.123

            Neste final de semana, novamente os socialistas e lutadores com suas bandeiras e entusiasmo apresentaram para os trabalhadores desta cidade um programa diferente, um programa socialista.
Caminhada da Frente no Parque Verde
            Sábado(18) pela manhã, militantes do PSTU e apoiadores da campanha Cléber Rabelo 16.123 estiveram no bairro Parque Verde numa caminhada juntamente com o candidato a prefeitura de Belém Edmilson Rodrigues. Os moradores expressaram suas insatisfações em relação à falta de infraestrutura no bairro, como afirmou a dona de casa Luciene Silva: “nosso bairro está abandonado, eles (os políticos) só se preocupam com o centro aqui no bairro só é lama e descaso”. Na oportunidade foram realizados 13 cadastros de apoiadores e distribuídos materiais de campanha. A aceitação das propostas de Cleber Rabelo 16.123  foi grande com fixação de cartazes e bandeiras, ao final  o comitê de campanha comprometeu-se em retornar ao bairro para reunir com os moradores e elencar suas demandas e pauta-las ao candidato.
Lançamento do 1º Comitê Operário - Casa do Gigby
            No período da tarde, aconteceu o lançamento do 1º comitê operário de Cléber Rabelo na Av. Augusto Montenegro, próximo à mata da marinha. Estiveram presentes cerca de 20 pessoas entre operários e militantes do partido que discutiram as propostas da candidatura. Na oportunidade ressaltou-se a situação difícil da classe trabalhadora que vive sem acesso a educação, com uma situação precária de saúde e a retirada de direitos básicos. Os operários descreveram a realidade em que vivem nos canteiros de obras. "os patrões pensam primeiramente no lucro e depois na vida, por isso tantos trabalhadores morrem nos canteiros, no entanto tendo um operário comprometido com o povo e com a luta dos trabalhadores com certeza a farra dos patrões iria acabar”.
            Um dos participantes, e filiado ao PSTU, relatou sua situação para obter atendimento em um hospital publico, destacando a importância de eleger Cléber para lutar junto com a população por esses direitos. No término da atividade, todos se comprometerem em levar material de campanha e marcar reuniões nos bairros onde moram. Nas próximas semanas serão inaugurados mais 3 comitês operários, em bairros periféricos de Belém.
1ª Carreata da Frente Belém nas Mãso do Povo
            Encerrando as atividades do fim de semana, nesse domingo(19), militantes e apoiadores da candidatura de Cléber Rabelo estiveram na primeira carreata da frente Belém nas Mãos do Povo. Nossa coluna de carros e motos saiu pelas ruas de Belém, demonstrando toda a empolgação que tem permeado a campanha desse operário da construção civil. Eram carros, motos, buzinas e bandeiras que traduziam as lutas dos trabalhadores e trabalhadoras de nossa cidade, entre estas, as bandeiras que representam a luta contra o machismo, o racismo e a homofobia. Queremos “Belém nas mãos dos trabalhadores”, várias demonstrações de apoio foram realizadas nos ônibus, nas paradas, prédios, comércios, etc, a carreata empolgou os ativistas e reforçou a certeza da eleição de Edmilson Rodrigues no 1º turno  e a eleição do 1º operário a câmara dos vereadores, Cleber Rabelo 16.123  
Égua Pai d'égua arreda que chegou Edmilson prefeito e Cleber Vereador

domingo, 19 de agosto de 2012

Sexta Socialista, na Taberna do PSTU, discute o caos da Saúde Pública no Brasil.



Na noite da ultima sexta-feira (17/08), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado realizou a 2ª Sexta Socialista da Taberna do PSTU. A atividade deu continuidade a proposta apresentada na 1ª edição, de construir um programa que o partido irá defender nestas eleições de 2012.
A sede do partido ficou pequena para os mais de 160 apoiadores da campanha de Cleber Rabelo, candidato a vereador pelo PSTU. O tema debatido nesta semana foi: “Saúde Pública no  Belém está um caos! Que fazer?” e foi apresentado pelo militante do PSTU, Raimundo Pinheiro. O companheiro Rai, como é conhecido no movimento, é tecnico em radiologia, servidor do HUJBB e coordenador geral do SINDITIFES e representou na atividade, o candidato Cleber Rabelo, que precisou está ausente por conta da reunião da coordenação nacional de campanha do PSTU.
Raimundo iniciou falando da luta histórica do movimento, que resultou na criação do maior e mais completo sistema de saúde pública do mundo, criado na década de 90. Contudo, apesar de todos os avanços ocorridos na lei de criação desde sua publicação, o SUS ainda não consegiu ser na prática um sistema de saúde eficaz, capaz de atender o princípio da universalidade, da integralidada e da equidade como prevê.
“A Saúde Pública no Brasil apresenta um dos principais desafios enfrentados pela população em seu contidiano. Atuamente são investidos apenas 3,4% do PIB nacioal em saúde para todo Brasil. A OMS prevê que um investimento mínimo para atender a população em condições minimas também,  deveria ser de no mínimo 6% da arrecadação nacional. Enquanto isso 50% do orçamento vai para o pagamento da divida externa e interna do Brasil, e enriquece os cofres de banqueiros e empresários”
Raimundo denunciou que a falta de investimento no setor, acarreta diversos problemas a população brasileira, que sofre dia-após-dia com a falta de remédios, materiais físicos e estruturais além da falta de profissionais. “Tais problemas acontecem, por que, não é prioridade dos governos no investimento direto na saúde. Atualmente a principal moda é  privatização dos setores da saúde, passando os diversos programas para as mãos da iniciativa privada, ou seja, dinheiro público gasto em atividades de empresas particulares”
Outro problema denunciado pelo servidor tem haver com o corte no orçamento da união de cerca de 50 bilhões de reais, e provoca arrocho salarial nos trabalhores do setor. Provocando demissões, flexibilização de regime de trabalho, ou seja, dimunuição dos direitos trabalhistas, falta de recursos para compra de materiais e etc.
"Um exemplo disso foi a greve dos servidores municipais da saúde, foram 10 dias de  luta contra o (des)prefeito que teve a petulância de pedir a prisão de dirigentes sindicais. Quem deveria ser preso é o Duciomar (prefeito), por não investir em saúde levando a morte de dezenas de pessoas todos os dias em nossa capital (...) a candidatura do Cléber vai lutar pelo fim das privatizações e para que os servidores sejam respeitados, com contratação de mais profissionais e valorização salarial. Na Câmara, seremos frontalmente contra a criminalização dos que lutam".
Para o PSTU, é necessário inverter essa lógica da alocação de recursos no Brasil e investir diretamente na saúde, com a construção de postos de atendimento, rede básica do sus, objetivando a prevenção de sinais e sintomas. Outra proposta é que sejam investidos no mínimo 6% do PIB nacional, em saúde com pojeção de aumento anual até a garantia da implantação universal do sistema unico. Abertura imediata de concursos públicos para preenchimento de todos os postos de trabalho na área da saúde.
Não a privatização de hospitais universitários, estatização de todo o sistema de saúde e fim do sistema complementar, que garante o acesso da iniciativa privada ao capital público financeiro brasileiro.
Na proxima semana será a vez do problema da moradia. O local e ainda será informado pela coordenação da campanha, uma vez que os espaço da sede do partido está ficando pequeno para o número de apoiadores que estão participando e querendo discutir com o partido os problemas e soluções da população.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Visita no Canteiro de Obra inicia dia de campanha nesta quinta-feira



          Nesta quinta-feira (16/08/) pela manhã, por volta de 07h Cléber Rabelo e a militância do PSTU  fizeram  uma visita a um canteiro de obra em Belém com cerca de 96 operários, para apresentar sua candidatura como alternativa à classe trabalhadora nas próximas eleições municipais, ele conversou com  os operários e apresentou suas propostas e ouviu algumas das reivindicações da categoria.
Cleber Rabelo ressaltou a importância de a categoria ter um representante para se defender dos ataques dos candidatos da patronal, como os recentes aumentos da tarifa de ônibus e de energia. A atividade foi muito importante porque houveram muitos relatos sobre as condições precárias de trabalho neste canteiro de obra; banheiros sujos, refeitório sem limpeza e vestiário sem condições de uso, e tudo isso somado aos atrasos do pagamento da quinzena, da PLR, da produção e do PIS que incidem diretamente na vida do operário que sem receber seu salário passa por serias dificuldades econômicas. Ao final 22 trabalhadores assinaram o cadastro de apoiadores.




"Nosso partido tem um diferencial, não pagamos cabo eleitoral, estamos na rua por um ideal.O socialismo" destaca Cléber Rabelo

    Na noite desta quarta-feira (15) o candidato a vereador pelo PSTU, Cléber Rabelo, reuniu-se com militantes e apoiadores para um bate papo e organização da campanha eleitoral.
     A reunião teve como proposito discutir os planos de campanha, organização da agenda e a participação de todos os ativistas na campanha. Cléber iniciou o debate falando a conjuntura para estas eleições e da possibilidade do PSTU em Belém eleger o primeiro operário da construção civil à Câmara de Vereadores. "Nossa campanha está boa, estamos impondo um rítimo forte, até o momento já estamos com mais de 1.500 apoiadores cadastrados, desde o inicio da campanha já filiamos mais de 150 trabalhadores e trabalhadoras, e queremos mais, queremos filiar mais, e cadastrar cada vez mais e estamos contando com todo os apoios pra isso."
    Cléber ainda agradeceu a participação de todos na plenária e destacou: "Quero agradecer todos e todas que estão presentes aqui nessa plenária, nesta noite de feriado, alguns poderiam estar em casa com suas famílias descasando, outros poderiam estar se divertindo e curtindo o feriado, mas não. Vocês optaram por construir uma nova sociedade, uma sociedade mais igualitária, e optaram também por construir uma candidatura socialista, a serviço dos trabalhadores e é isso que fazemos todos os dias. [...] nosso partido tem um diferencial, não pagamos cabo eleitoral, estamos na rua por um ideal.O socialismo"


"Nossa campanha não é assistencialista, logo, não se aproveita das condições de penúria da população para ter votos"

       Nesta manhã de quarta-feira (15), feriado estadual no Pará, o candidato Cléber Rabelo esteve reunido em sua casa, com os trabalhadores da construção civil. Momento em que ressaltou a importância de hoje se ter uma candidatura operária e que de fato reflete a realidade as condições de vida não apenas dos operários da construção civil, mas de todos os trabalhadores da cidade de Belém.
       Cléber Rabelo ressaltou que sua campanha não é assistencialista, logo, não se aproveita das condições de penúria da população para ter votos, algo muito utilizado pela maioria dos candidatos e é como se caracteriza as eleições no Brasil até hoje.
      Cléber chamou atenção ainda para a falta de segurança, educação e saúde de qualidade a que estão sujeitos os trabalhadores e que ele tem o compromisso de ao estar na Câmara Municipal de Belém, alertar a população das votações que se darão contra o interesse destes. Da necessidade da população se fazer presente nestes espaços. Queremos Belém nas mão dos trabalhadores!